Design Thinking

O Design Thinking pode ser pensado como uma estratégia de usar a empatia com a finalidade de resolver problemas, combinando as necessidades das pessoas com as soluções tecnicamente viáveis que estão atualmente no mercado.

A empatia permite compreender as dificuldades e necessidades de outra pessoa e, desta forma, criar soluções centradas em resolver estas necessidades especificas, seja a partir de um produto ou de um serviço.

Na Angular Tecnologias compreendemos o design thinking como um processo de aprendizagem iterativo com foco puramente no ser humano que nos permite criar uma solução, baseada em tecnologia, para o desenvolvimento de um produto ou para a prestação de um serviço.

imagem do desenho de duas cabeças conectadas com informações trocadas nas redes sociais e de interações pessoais

Isso proporciona um nível de clareza sobre os objetivos do negócio e uma compreensão mais profunda da forma como os produtos de uma empresa são valorizados em um segmento de mercado.

Quando empregamos o design thinking, temos a oportunidade de lançar produtos com maior frequência, reunir feedbacks representativos dos usuários e validar o uso e a visão de um produto ou serviço no segmento de mercado escolhido, mantendo um alto nível de satisfação do usuário, uma vez que o lançamento de novas versões se baseia nos feedbacks do lançamento prévio e adiciona os recursos que os usuários desejam.

Na Angular, a implementação de um produto ou serviço para um determinado segmento de mercado, levando em conta a metodologia de design thinking em conjunto com o desenvolvimento e melhoria contínua em um MVP, passa pelas etapas de definição, compartilhamento, priorização, implantação e validação.

Na etapa de definição, estudamos o público alvo (o potencial cliente/consumidor) com o objetivo de compreender quais são as suas necessidades primordiais no segmento de mercado escolhido e qual tipo de solução tem o potencial de melhorar a condição deste cliente; em outras palavras, determinamos o problema a ser resolvido.

imagem de duas cabeças que trocam informações

A partir daí, demarcamos os requisitos funcionais da solução proposta e destacamos as funcionalidades mínimas que serão primordiais para a resolução do problema, ou seja, definimos as características do MVP.

Aqui, vale lembrar que o objetivo inicial é resolver apenas o problema básico, criando apenas um MVP, ou seja, a especificação deve indicar somente as funcionalidades mínimas necessárias para a resolução do problema para que um rápido desenvolvimento com baixo custo seja alcançado.

Na etapa de compartilhamento, com o problema a ser resolvido bem delineado e os requisitos mínimos da solução definidos, é hora do alinhamento de expectativas com todas as pessoas envolvidas no projeto (Angular e empresa parceira) para que seja compartilhado uma visão comum dos objetivos e das estratégias que serão utilizadas para alcança-los.

imagem de quatro pessoas encaixando quebras cabeças

Ao final desta etapa, deve ficar evidente o papel de cada pessoa envolvida no projeto e como se dará a interação, no sentido de apoio mútuo, objetivando o sucesso da empreitada. Este alinhamento de expectativa e obrigações tem o intuito de fazer com que todos os envolvidos desempenhem suas atividades dentro do contexto e que seus resultados individuais estejam em consonância com o resultado geral do projeto.

Na etapa de priorização o foco é montar um plano de lançamento do MVP (contendo o mínimo para operacionalizar e receber feedbacks dos clientes), bem como o plano para o Processo de Melhoria Contínua (PMC) que visa o lançamento das versões de novos módulos da solução de maneira incremental.

imagem de duas cabeças que trocam informações

Neste momento, são definidas as entregas, delineando o conteúdo e as datas de cada uma delas, sempre observando as estratégias de negócios e as dificuldades enfrentadas para implementar e obter os entregáveis da solução. Geralmente, o gerente de Projeto e a pessoa que estará à frente da solução no mercado devem estar muito bem alinhados sobre este cronograma.

A etapa de implantação se dá a partir do lançamento no mercado. Neste ponto, é muito importante se atentar para o fato de que o Design Thinking é uma maneira iterativa de obter um produto final (ou seja, a partir do lançamento de revisões sucessivas com novas funcionalidades), então é crucial obter feedback e validações sobre cada revisão.

imagem de sete pessoas sentadas em torno de uma mesa quadrada discutindo gráfios em tablets e papeis impressos

Assim sendo, devemos garantir que haja mecanismos que possam obter e examinar com precisão a experiência dos clientes a cada lançamento. Todos os resultados de feedbaks devem ser analisados e geradas as listas com os possíveis pontos para o PMC.

Por fim, a etapa de validação acontece quando recolhemos todos os feedbacks sobre o MVP lançado, examinando e validando cuidadosamente cada um deles, para tomar a decisão sobre a implementação das novas funcionalidades que serão agregadas no próximo lançamento. O produto final virá com a repetição desse ciclo até que se tenha uma solução no Estado da Arte.

imagem de duas cabeças que trocam informações

Com o uso dessa metodologia (Design Thinking em conjunto com MVP e PMC), é possível dar foco em cada versão do produto a fim de atender as necessidades especificas e pontuais do público alvo selecionado inicialmente.

Com esta abordagem atacamos um problema grande por partes (dividir para conquistar), conseguindo gerar uma solução final no estado da arte, fazendo entregas intermediárias de maneira incremental e com baixo risco.

Um ponto muito forte desta metodologia é a possibilidade de correção de erros (ou até mesmo redefinições de modelos de negócios) num intervalo de tempo curto, permitindo assim a minimização das perdas.

Produto Mínimo Viável

O MVP (de, Minimum Viable Product) é a versão mais enxuta de um produto ou serviço, implementada de maneira rápida e com custo reduzido.

Processo de Melhoria Contínua

Mudança gradual do produto ou serviço focada em aumentar a eficiência e/ou a eficácia da solução a partir de feedbacks dos clientes e de pesquisa e desenvolvimento internos.